Amor & Sexo

Falando de Amor

Todos nós sabemos como é difícil manter um relacionamento duradouro, pois o amor que une duas pessoas por toda a vida não é considerado normal, muitos falam de amor, sonham com ele e muitas vezes o destroem, eu mesmo já passei por

isso. Ouvimos sempre falar que um casal que se dá bem apela para a mentira. Se isso acontece é porque o compromisso não existe. Será que o amor tem a ver com competições, falta de comunicação, raiva ou com amizade, carinho, cumplicidade, sinceridade. Estamos todos doentes e com medo?

Quando amamos a nossa capacidade de julgar desaparece, porque o amor está enraizado na existência dos seres humanos, lá no inconciente onde os opostos se atraem, onde também procuramos as razões para as insatisfações da vida. O amor é o ponto de partida para o infinito, é o que dá o sentido da vida mas também é onde começa a origem do sofrimento humano. Assustador ! Mas não precisamos ter medo de amar pois o amor é essencial para a vida. Se aprofundar no amor é penetrar em si mesmo onde você pode ver refletido o próprio eu podendo ampliar o conhecimento sobre nós mesmos. Muitas vezes tentamos escapar do amor buscando apenas o sexo, a promiscuidade ou apenas por termos medo de sofrer, é o medo de viver. O amor é um risco. Risco de se envolver com outra pessoa e nunca mais poder sair, risco de parar no tempo. Mas também é uma grande possibilidade e unir-se ao outro se se algum dia tiver de separar-se sairem ambos revigorados e felizes. Nada é para sempre, nem mesmo o amor .

 

MADA - Mulheres Que Amam Demais

Muitas mulheres sofrem por não saberem amar, ou melhor por amar demais descontroladamente um amor sufocante, com um ciúme doentio, algo destrutivo. O sentimento se confunde , a relação se desgasta e o relacionamento acaba. Já existe uma associação um grupo que se reúne para tentar buscar soluções para esse tipo de problema é o MADA ( Mulheres que amam demais ) Visitem o blog da MADA RJ.

Os doze passos do Mada :

1. Admitimos que éramos impotentes perante os relacionamentos e que tínhamos perdido o controle de nossas vidas. 2. Passamos acreditar que um poder superior a nós mesmas poderia nos devolver a sanidade. 3. Decidimos entregar nossas vidas aos cuidados de Deus, na maneira como o concebíamos. 4. Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmas. 5. Admitimos perante Deus, perante nós mesmas e outro ser humano, a natureza exata de nossas falhas. 6. Nos dispusemos inteiramente a deixar que Deus removesse os defeitos do nosso caráter. 7. Humildemente, pedimos a Ele que nos livrasse de nossas imperfeições. 8. Fizemos uma lista de todas as pessoas que prejudicamos e nos dispusemos a reparar os erros que cometemos com elas. 9. Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas, sempre que possível, salvo quando fazê-lo significasse prejudicá-las ou a outrem. 10. Continuamos fazendo o inventário pessoal e, quando estávamos erradas, nós o admitíamos prontamente. 11. Procuramos, por meio da prece e da meditação, melhorar nosso contato com Deus, na forma em que o concebíamos, rogando apenas o conhecimento de Sua vontade e forças para realizar essa vontade. 12. Graças a esses passos, experimentamos um despertar espiritual e procuramos transmitir essa mensagem a outras mulheres, dependentes de pessoas.

Procuramos praticar esses princípios em todas as nossas atividades. Nada, absolutamente nada, acontece por equívoco no mundo de Deus. A não ser que eu aceite a vida totalmente do jeito que ela é, não poderei ser feliz. Preciso me concentrar menos no que é preciso mudar no mundo e mais no que eu preciso mudar em mim e nas minhas atitudes.

Texto cedido pelo MADA. Adaptado do AA (Alcoólicos Anônimos)

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